top of page

Marketing de Empatia


Primeiramente o que é empatia?

Empatia nas relações é a capacidade de se identificar com outra pessoa, de se colocar no lugar dela, de sentir o que ela sente, de querer o que ela quer, de apreender do modo como ela apreende, de se ver do ponto de vista do outro ou vê-los do seus próprios pontos. Entender e compreender seus medos, alegrias, necessidades. Ou seja, empatia é muito mais que apenas uma “simpatia” ou afinidade, você pode ser simpático a alguém, gostar desta pessoa, admirar ou se identificar com ela, mas nem por isso está sendo empático. Ser empático exige um desprendimento muito mais profundo.

“Se você falar com um homem numa linguagem que ele compreende, isso entra na cabeça dele. Se você falar com ele em sua própria linguagem, você atinge seu coração” — Nelson Mandela

Criando Conexões com pessoas

Quando estamos verdadeiramente conectados com o outro, a comunicação e os relacionamentos são mais claros, sensíveis e os laços que se estabelecem são muito mais honestos, fortes e duradouros.


A Empatia nos negócios e nas relações profissionais

O Marketing de Empatia não é necessariamente algo novo, porém EMPATIA é a palavra de ordem do momento, você já deve ter percebido que esta palavra está cada vez mais presente no nosso dia-a-dia, seja nas relações pessoais como profissionais.

O marketing evolui com o tempo, sempre se adaptando às necessidades de cada época, seja do mix de mkt (os famosos “P”), do CRM que busca criar um relacionamento mais personalizado com os clientes, o Neuromarketing que busca na neurociência informações e métodos para entender os padrões de comportamento humano e consequentemente como os clientes consomem seus produtos e serviços, o Inbound Marketing que visa atrair o interesse das pessoas, ou do Branding que são estratégias de mkt para que a marca ou empresas se tornem conhecidas no mercado. E agora tem-se cada vez mais falado sobre o Marketing de Empatia.


Parece clichê, mas fato é que a forma como as pessoas consomem produtos e serviços e também se relacionam com as marcas mudou drasticamente nos últimos tempos (e isso é excelente). Graças a horizontalização e democratização da comunicação e do acesso as informações através da globalização e principalmente das redes sociais, o cliente passa a ter mais poder de decisão e de influenciar a decisão de outras pessoas. Todos somos potenciais influenciadores.


Uma marca, um produto ou serviço que não estabelece laços mais humanos com seu público passa a ter muita dificuldade no mercado. As pessoas buscam experiências, coisas que as motivem e sensibilizem. Uma empresa precisa saber quais são as “dores”, os alegrias, os medos e as reais necessidades do seu público. Se o que você oferece não atende as reais necessidades, não satisfaz seus desejos e tão pouco contemplam a demanda dos mesmos é muito provável que aquilo que você oferece não lhes atraiam. Foi-se o tempo do empurrar algo pro cliente de qualquer forma e a qualquer custo. O mercado está muito mais consciente, informado e exigente.

As pessoas não querem estabelecer uma relação de cliente ← → empresa, elas buscam uma conversa honesta, pessoal e empática. As relações de sucesso hoje entre quem oferece e quem consomem precisam sair do pedestal e estabelecer diálogos como os que temos com nossos amigos. O cliente não quer ver mais uma empresa como uma entidade distante, mas como aquele amigo no qual ele realmente possa confiar.

Mas como eu faço para entender as reais necessidades do meu público?

Primeiro passo é estabelecer um canal de comunicação com seu público, pesquisar seus hábitos, suas visões do mundo, medos, saber quais são suas necessidades e identificar seus desejos (aliás, você tem claro os conceitos de: necessidade → desejo →demanda? Se não, é importante antes de começar qualquer pesquisa buscar entender, pesquisar o que cada um destes representam na “jornada da compra”).


Conhecendo as personas do seu negócio.

No mkt, em estratégias de branding fazemos pesquisas para identificar quais são as principais personas do público, geralmente são feitos estudos baseados nos 12 arquétipos de Jung, que nos ajudam a compreender e tentar satisfazer algumas das principais necessidades de nosso público, como por exemplo: a necessidade de realização, pertença, independência e estabilidade.


Mapa de Empatia

O MAPA DE EMPATIA faz parte da Metodologia Canvas para Negócios, dentro do Design Thinking que coloca as pessoas no centro dos seus projetos (empatia).

O Mapa da Empatia te ajuda a identificar as personas que representam seus clientes. Ele serve de base para que você elabore suas perguntas e organize as informações coletadas.

Modelo de mapa de Empatia:

Antes de pensar em aplicar o Mkt de Empatia, é preciso refletir se seu negócio: pessoas, produtos, filosofia e postura estão realmente alinhados a este propósito.

Se estiver agindo só pra surfar a onda da vez, se passar por uma empresa mais humana e preocupada em atender as necessidades de seu cliente / amigo apenas pra ficar com boa imagem, pode ser um tiro no pé. De todas as coisas que não se dá pra fingir ter, a EMPATIA com toda a certeza é uma das principais. O cliente vai sentir o cheiro de falsidade de longe e irá fugir.

Reflita com sua equipe, pratique a empatia internamente, desenvolva esse hábito entre seus colaborardes e principalmente em primeiro lugar naqueles que lideram o time, e a partir daí abra seu coração, seus ouvidos para o mercado. O resultado será um relacionamento mais duradouro, fiel e de muito sucesso!

Vamos conversar? Deixe sua opinião, dicas, dúvidas, como a maioria das pessoas, estou a cada dia aprendendo, buscando informações e me aperfeiçoando. Adoro conhecer, conversar e e ouvir a visão de outras pessoas. Seja bem vindo(a) e fique a vontade, a casa é nossa ;)

Aaaah e se você gostou do artigo, compartilhe com quem ache que este conteúdo possa interessar. Valeu, nos encontramos por ai

97 visualizações0 comentário

Posts recentes

Ver tudo

Comentarios


bottom of page
Ícone do WhatsApp